Autômato celular GKL, o classificador de densidade clássico — tema do meu mestrado. 128 células, 48 gerações, condição inicial aleatória.

Algoritmo genético convergindo para um alvo. Uma linha por geração, uma célula por gene; preenchido onde o melhor indivíduo acerta.

minterciso@interciso:~$ whoami
mateus interciso — líder de entrega, arquiteto, desenvolvedor
minterciso@interciso:~$ uptime
no ar desde 1996, quando um Slackware 3.1 caiu nas minhas mãos
minterciso@interciso:~$ 
Mateus Interciso

Eu sou o Mateus

Líder de entrega, arquiteto e desenvolvedor. São Paulo, Brasil.

Bem-vindo ao meu portfólio. Aqui você encontra informações sobre mim, meus projetos, meus trabalhos e tudo o mais que possa querer saber.

Um pouco de história

Nasci em 1983 na maior cidade do Brasil, e não demorou muito para eu descobrir o amor por computadores e por código. Aos 13 anos, em 1996, comecei a aprender programação. O projeto Linux tinha acabado de começar e eu tive a sorte de encontrar, junto com um amigo, uma cópia do Slackware 3.1. Foi com aquele Slackware que comecei a aprender ANSI C, escrevendo pequenos programas para resolver meus deveres de matemática. E já que eu tinha os programas, por que não vendê-los para os meus colegas? Foi assim que aprendi sobre compilação cruzada — e a ganhar um dinheirinho extra.

Quando a internet chegou, aí sim meu mundo se abriu de verdade. Com a internet veio o IRC, com o IRC vieram muitas conversas, e conversando nos canais certos eu aprendi Assembly. A pergunta natural é “por que Assembly?”. Basicamente por duas razões:

Desnecessário dizer que foi uma época muito divertida.

Então veio 2002, e com ele a universidade. Cursei Ciência da Computação na Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde aprendi uma quantidade enorme de coisas sobre computadores, redes, gestão de projetos, amor, vida e por aí vai. Foi também quando comecei a trabalhar de verdade, em empresas pequenas e grandes: comecei no próprio Mackenzie, fui para a Accenture como estagiário, voltei ao Mackenzie, depois fui para uma startup chamada Ouvi (que fazia marketing em celulares, antes dos iPhones), em seguida para uma empresa de engenharia chamada Método, e por fim para a Deloitte.

Em todas essas empresas eu afiei minhas habilidades em:

Foi também nessas empresas que encontrei uma paixão que carrego até hoje: o estudo de sistemas autônomos complexos, com foco em algoritmos genéticos e problemas de otimização. Isso me levou de volta ao Mackenzie, para o mestrado na linha de inteligência artificial e sistemas evolutivos. Em 2011 apresentei meu trabalho no CEC, em Nova Orleans, e em 2012 concluí o mestrado. Quando terminei, começou também uma nova parte da minha vida: foi quando me casei. E essa, essa é outra história.

Paixões

Eu gosto de outras coisas que não têm relação com TI — poucas, mas essas paixões eu tenho mesmo:

Sempre tento misturar um pouco de trabalho e prazer com essas três paixões. Por exemplo, estou sempre ouvindo alguma coisa, e vou de moto todo dia em que preciso ir ao escritório. E o desenho é o que eu uso para desestressar.